quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Nota do Autor

"Vou me embora pelo mato, vou passar vida de monge, vou me embora pelo mato, vou passar vida de monge, quem não tem amor de perto vai buscar de lá de longe"

Aprendi a não duvidar. Aprendi a não ter arrependimentos, posto que os erros dos outros são Karma alheio. Sou mais livre do que compreendia, e adoro a sensação. Cada plano meu saiu como o esperado.

Não sei se é aprendizado, ou um orgulho torpe em me dar conta que eu tinha razão após compreender as razões. O Dalai Lama diz que as vezes não ter aquilo que se quer é um grande golpe de sorte. E é verdade. Agora, em meu passado, fadinhas ridículas e mimadas estão se fudendo enquanto tentam rebolar propagandeando uma felicidade com gosto de baconzitos. Sinto um misto de pena e asco.

Tudo saiu como o prometido. Depois de algum tempo, tenho tudo outra vez.

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